Presos desde o dia 30 de maio, durante a Operação Lista Negra, da Polícia Civil do Espírito Santo, os dois suspeitos de envolvimento na execução do vereador Leomar Cazoti Mandato, de Governador Lindenberg, no Noroeste do Estado, vão continuar na cadeia por pelo menos mais 30 dias, até a conclusão das investigações para elucidar o crime.
Tio e sobrinho, Reinaldo de Oliveira, conhecido na região pelo apelido de “Cupim”, e Maycon Oliveira Trarbach tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça por mais 30 dias, a pedido do delegado Guilherme Eugênio Rodrigues, responsável pela investigação do assassinato de Leomar Mandato, ocorrido em 30 de agosto de 2024, durante um evento político na comunidade de Fazenda Bernabé, em plena campanha eleitoral.
A prisão temporária, que venceria nesta segunda-feira, 30 de junho, foi prorrogada até 30 de julho. O delegado informou que trabalha para convertê-la em prisão preventiva.

Enquanto os suspeitos permanecem presos, as investigações continuam para elucidar completamente o crime, identificar os atiradores e apurar a possível participação de outros envolvidos no assassinato do parlamentar.
O delegado Guilherme Eugênio afirmou não ter dúvidas de que Leomar Mandato foi morto por causa das denúncias relacionadas aos serviços de solda contratados pela Prefeitura de Governador Lindenberg — com indícios de superfaturamento — junto a uma empresa com a qual os suspeitos presos — Cupim e Maycon — tinham ligação.
A execução a tiros do vereador teria sido arquitetada antes mesmo da divulgação da denúncia, por meio de uma reportagem publicada pelo Jornal Norte Capixaba no dia 22 de agosto. RELEMBRE: Na mira do MP: Prefeitura de Governador Lindenberg gasta valor exorbitante com empresa de solda. Leomar foi morto uma semana depois, em 30 de agosto.




































































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